Protestos em Hong Kong causam o fecho das intituições


Junho 13, 2019 - 136 vizualizações

Momento de calma paira sobre Hong Kong depois dos protestos em massa de quarta-feira contra o projecto de lei que pretende permitir a extradição para a china continental, incluindo por dissidências políticas, o que muitos vêem como mais um ataque à autonomia do território. Os principais edifícios governamentais vão manter-se fechados pelo menos até ao final da semana, enquanto a antiga colónia britânica vive uma nova revolta dos guarda-chuvas - A discussão em segunda leitura da polémica lei foi adiada pelo segundo dia consecutivo.

O chefe do governo de Hong Kong Carrie Lam, diz que "a violência não vai ser tolerada, porque essa tolerância acabaria por custar caro". Já o antigo representante de Hong Kong no Reino Unido Andrew Leung, disse que "poucas pessoas acreditam no sistema judicial chinês, o que é normal, se do outro lado não há qualquer vontade de ouvir os argumentos contrários. Mas Pequim está preocupada que Hong Kong se esteja a tornar um paraíso para criminosos".

São os maiores protestos desde a vaga de manifestações pró-democracia de 2014, a revolta dos guarda-chuvas.

Quando o território foi entregue à China em 1997, ficou estipulado que manteria um estatuto especial durante pelo menos 50 anos, mas a mão de Pequim sobre o território é cada vez mais forte.

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